A Morte de gaúcha em SC chocou a sociedade e levantou diversas questões sobre o crime brutal que envolveu a corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas. O caso, que está sendo investigado como latrocínio, trouxe à tona detalhes perturbadores sobre o desaparecimento e a morte da vítima.
Luciani foi vista pela última vez em 4 de março. No entanto, seu desaparecimento foi oficialmente registrado pela família apenas no dia 9. A preocupação dos parentes aumentou quando perceberam que mensagens enviadas pelo celular da corretora continham erros gramaticais, o que levantou suspeitas sobre a autenticidade das comunicações. Além disso, a corretora não parabenizou sua mãe pelo aniversário, o que era incomum, já que ela mantinha contato frequente com a família.
Morte de gaúcha em SC: O que aconteceu?
Após o desaparecimento, a Polícia Civil iniciou uma investigação que revelou compras feitas pela internet em nome de Luciani, utilizando seu CPF. Esse fato levou os investigadores a monitorar os endereços de entrega dos produtos, todos localizados em Florianópolis. Durante a apuração, um adolescente de 14 anos foi abordado enquanto buscava algumas dessas encomendas e afirmou que os itens eram destinados ao irmão.
Morte de gaúcha em SC: Quem são os suspeitos?
Três pessoas foram presas em conexão com o crime. Ângela Maria Moro, de 47 anos, que administrava o conjunto residencial onde Luciani morava, foi detida em 12 de março. Matheus Vinícius Silveira Leite, de 27 anos, vizinho da corretora, e Letícia Jardim, de 30 anos, namorada de Matheus, foram presos no dia seguinte, 13 de março, em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Eles tentaram fugir após o crime.
A prisão de Ângela ocorreu inicialmente por receptação, quando a polícia encontrou objetos que pertenciam à vítima em um dos apartamentos que ela administrava. No entanto, durante a audiência de custódia, o juiz determinou a prisão temporária dela por indícios de homicídio. O casal foi localizado após a fuga e é suspeito de envolvimento direto na morte de Luciani.
Morte de gaúcha em SC: Como a investigação foi conduzida?
Os investigadores da Polícia Civil seguiram as pistas deixadas pelas compras realizadas em nome de Luciani. A partir do monitoramento dos endereços de entrega, os policiais conseguiram localizar um dos apartamentos onde estavam os suspeitos. Dentro do imóvel, foram encontrados pertences da corretora, incluindo malas e itens comprados em seu nome.
Além disso, o carro de Luciani, um HB20, foi encontrado nas proximidades de uma pousada. Acredita-se que o veículo foi utilizado para transportar o corpo da corretora até um local de descarte, a mais de 100 km da capital. Até o momento, apenas parte dos restos mortais foi localizada.
Morte de gaúcha em SC: Qual foi a motivação do crime?
A investigação aponta que o caso é tratado como latrocínio, que envolve roubo seguido de morte. A polícia ainda está apurando os detalhes sobre como a decisão de matar Luciani foi tomada e qual foi o papel de cada um dos suspeitos. O latrocínio é um crime grave, com penas que podem variar de 20 a 30 anos de prisão.
Morte de gaúcha em SC: Como os criminosos esconderam os restos mortais?
De acordo com a Polícia Civil, os restos mortais de Luciani foram esquartejados e divididos em cinco pacotes. Esses pacotes foram descartados em um córrego na área rural de Major Gercino. Até o momento, apenas o tronco da vítima foi encontrado, o que levanta questões sobre a brutalidade do crime e a tentativa dos suspeitos de encobrir suas ações.
Morte de gaúcha em SC: O grupo cometeu outros crimes?
Além do caso de Luciani, Matheus é suspeito de estar envolvido na morte de João Batista Vieira, um comerciante de 65 anos, em 2022. A conexão entre os crimes levanta preocupações sobre um padrão de comportamento violento entre os suspeitos. A polícia está investigando a possibilidade de que outros crimes possam estar relacionados a esse grupo.
Morte de gaúcha em SC: A corretora suspeitava de algo?
Meses antes de seu assassinato, Luciani expressou ao irmão sua decepção com a administradora do residencial onde morava. Ela mencionou que não confiaria mais cegamente nas pessoas, o que pode indicar que ela tinha preocupações sobre sua segurança. Essa percepção pode ter contribuído para a sua vulnerabilidade no momento do crime.
Morte de gaúcha em SC: Quem era a corretora gaúcha?
Luciani era uma mulher carinhosa, amante dos animais e com uma visão positiva da vida. Natural de Alegrete, no Rio Grande do Sul, ela vivia sozinha em Florianópolis, onde trabalhava como corretora de imóveis e administradora de propriedades. Sua morte deixou um vazio na vida de seus familiares, que a descrevem como uma pessoa cheia de amor e confiança nas pessoas ao seu redor.
O caso da Morte de gaúcha em SC é um lembrete triste dos perigos que muitas pessoas enfrentam. A investigação continua, e espera-se que a justiça seja feita em memória de Luciani.
Para mais informações sobre segurança e prevenção de crimes, você pode acessar o site da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Para acompanhar atualizações sobre o caso, visite Em Foco Hoje.



