Brasil registra 255,3 mil empregos com carteira assinada em fevereiro

O Brasil registrou a criação de 255,3 mil empregos com carteira assinada em fevereiro, conforme dados do Caged.

No mês de fevereiro, o Brasil gerou 255,3 mil empregos com carteira assinada, conforme informações divulgadas pelo Ministério do Trabalho. Os dados foram extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que também revelou que ocorreram 2,381 milhões de contratações e 2,126 milhões de demissões nesse período.

Ao analisarmos o desempenho do mercado de trabalho, o resultado de fevereiro deste ano representa uma queda significativa em relação ao mesmo mês do ano anterior, que registrou 440,4 mil novas vagas. Este resultado é o mais baixo para o mês desde 2023, quando foram criadas 252,5 mil novas posições, segundo a série histórica que teve início em 2020.

Empregos com carteira assinada em setores da economia

Os dados do Caged indicam que, em fevereiro, todos os cinco setores da economia apresentaram criação de empregos formais. O setor de serviços foi o que mais contribuiu para esse crescimento, enquanto o comércio foi o que menos contratou. A distribuição de novos postos de trabalho por setor é a seguinte:

  • Serviços: 177,9 mil
  • Indústria: 32,0 mil
  • Construção: 31,1 mil
  • Agropecuária: 8,1 mil
  • Comércio: 6,1 mil

Acumulado de empregos com carteira assinada no ano

Considerando o acumulado dos meses de janeiro e fevereiro, o Brasil contabilizou 370,3 mil novos postos de trabalho formais. Esse número é inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, que teve a criação de 594,9 mil vagas. A comparação dos dados de geração de empregos nos primeiros meses do ano é importante para entender a evolução do mercado de trabalho.

Nos últimos anos, as cifras de criação de empregos no acumulado de janeiro e fevereiro foram as seguintes:

  • 2020: 329,4 mil
  • 2021: 652,3 mil
  • 2022: 520,8 mil
  • 2023: 342,6 mil
  • 2024: 480,9 mil
  • 2025: 594,9 mil

Comparação entre Caged e Pnad

É importante destacar que os dados do Caged se referem apenas a trabalhadores com carteira assinada, o que exclui os informais. Assim, esses números não podem ser diretamente comparados com as taxas de desemprego apresentadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que utiliza a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) para coletar suas informações.

O cenário atual do mercado de trabalho reflete não apenas a dinâmica de contratações e demissões, mas também as mudanças nas metodologias de coleta de dados ao longo dos anos. Por isso, a análise deve ser feita com cautela, considerando as particularidades de cada período.

Para mais informações sobre o mercado de trabalho no Brasil, acesse Em Foco Hoje. Além disso, você pode conferir dados detalhados sobre o emprego no Brasil no site do IBGE.

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Em Foco Hoje Redação
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