A morte de Alice Ribeiro, repórter da Band, chocou a comunidade jornalística e seus admiradores. O trágico acidente ocorreu na BR-381, onde ela estava em um carro de reportagem que colidiu frontalmente com um caminhão. A confirmação da morte encefálica de Alice, aos 35 anos, foi divulgada na noite de quinta-feira, dia 16. Neste momento de dor, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) expressou suas condolências à família da jornalista e também à do cinegrafista Rodrigo Lapa, que estava com ela no veículo.
Alice Ribeiro Repórter e Sua Trajetória
Alice Ribeiro era natural de Belo Horizonte e se destacou como repórter da Band Minas desde 2021. Ela era casada com João Dadalt, que é policial rodoviário federal. Além do marido, Alice deixou um filho pequeno, com menos de um ano de idade. A família decidiu pela doação de órgãos, uma atitude que reflete a generosidade que Alice sempre demonstrou.
A repórter formou-se em 2015 e teve sua carreira iniciada como estagiária na TV Globo Minas, passando por outras emissoras como TV Alterosa e RecordTV Minas. Sua experiência a levou a trabalhar em produtoras independentes e, posteriormente, na TV Leste, afiliada da RecordTV em Governador Valadares, e na Rede Bahia, afiliada da TV Globo. Em 2021, Alice ingressou na Band, onde atuou em Brasília e, desde agosto de 2024, estava em Belo Horizonte.
O Acidente Trágico na BR-381
O acidente que tirou a vida de Alice Ribeiro e Rodrigo Lapa ocorreu na tarde de quarta-feira, dia 15. O repórter cinematográfico, de 49 anos, dirigia o veículo no momento da colisão. Infelizmente, ele não sobreviveu ao impacto e faleceu imediatamente. Alice foi levada em estado grave ao Hospital João XXIII, onde, após a confirmação da morte encefálica, sua família decidiu pela doação de órgãos.
Rodrigo Lapa, natural de Porto Alegre, era um profissional respeitado na área e deixou uma esposa e dois filhos. Seu corpo foi sepultado no Cemitério do Bonfim. Ele teve uma carreira notável na Band Minas, com passagens marcantes em coberturas de eventos importantes, como o carnaval de Belo Horizonte e as tragédias causadas pelas chuvas na Zona da Mata. Além de seu trabalho como repórter cinematográfico, Rodrigo também era palhaço de formação e dedicava parte de seu tempo a levar alegria a crianças hospitalizadas.
Legado e Homenagens
A morte de Alice Ribeiro e Rodrigo Lapa gerou uma onda de tristeza e homenagens nas redes sociais. A PRF, em sua nota oficial, destacou a importância de Alice e Rodrigo para o jornalismo e expressou solidariedade aos familiares e amigos. A perda de profissionais tão dedicados à informação e à arte deixa um vazio na mídia mineira.
O legado de Alice Ribeiro será lembrado por sua paixão pela profissão e seu compromisso em informar a sociedade. A doação de órgãos, que foi autorizada pela família, é um gesto que pode salvar vidas e reflete a generosidade que a repórter sempre demonstrou em sua vida pessoal e profissional.
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