O conjunto brasileiro ginástica rítmica marcou sua participação no Mundial realizado no Rio de Janeiro com resultados expressivos e uma despedida simbólica da música “Evidências” nas coreografias. A partir de 2026, a equipe enfrentará o desafio de renovar suas apresentações devido às mudanças nos aparelhos oficiais das competições internacionais.
As alterações nos aparelhos exigirão do conjunto brasileiro ginástica rítmica uma reinvenção completa das coreografias e da seleção musical, buscando manter o alto padrão que tem colocado o Brasil entre as principais equipes do mundo.
Conjunto brasileiro ginástica rítmica e as mudanças nos aparelhos para 2026
O ciclo que se encerra com o Mundial do Rio marcou o uso das músicas e coreografias que acompanharam o conjunto brasileiro ginástica rítmica nos últimos anos. Com a troca dos aparelhos, o conjunto misto passará a utilizar três arcos e dois pares de maças, substituindo as três bolas e dois arcos atuais. Além disso, as cinco fitas serão trocadas por cinco bolas.
Essas mudanças representam um desafio técnico e artístico para a equipe, que precisará buscar músicas e coreografias que se adequem às novas configurações, mantendo a competitividade e a identidade do conjunto brasileiro ginástica rítmica.
Desafios e inovações nas coreografias do conjunto brasileiro ginástica rítmica
A técnica Camila Ferezin destacou que o processo de criação das novas coreografias terá que começar do zero, com uma busca intensa por músicas que se encaixem nos aparelhos e que transmitam a emoção desejada. A possibilidade de manter os collants atuais por mais um ano dependerá da harmonia com as futuras coreografias.
O conjunto brasileiro ginástica rítmica vem crescendo em reconhecimento internacional, especialmente após a adoção da música “Evidências” após as Olimpíadas de Paris 2024, que ajudou a equipe a conquistar o posto de segunda melhor do mundo e resultados expressivos na Copa do Mundo.
Equipe e coordenação na escolha das músicas e coreografias
A escolha das músicas é um trabalho coordenado pela técnica Camila Ferezin e pela coreógrafa Bruna Martins, com o apoio do árbitro internacional e coordenador adjunto da Confederação Brasileira de Ginástica, Leonardo Palitot. Ele foi o responsável por sugerir “Evidências” para o conjunto, buscando uma música popular, fácil de cantar e que, apesar de não ser convencional para a ginástica, trouxe uma nova identidade para a equipe.
Com as mudanças nos aparelhos, Leonardo Palitot já tem ideias para as próximas músicas e pretende colaborar com Camila para manter o conjunto brasileiro ginástica rítmica entre as principais equipes do mundo.
Impacto e perspectivas para o conjunto brasileiro ginástica rítmica
O encerramento do ciclo com “Evidências” representa uma transição importante para o conjunto brasileiro ginástica rítmica. A capitã Duda Arakaki ressaltou a emoção de finalizar essa fase com uma apresentação memorável em casa, no melhor campeonato da história da equipe.
Após o Mundial, as atletas terão um período de descanso em setembro, enquanto o Brasil será representado no Sul-Americano por um clube com séries próprias, o que demonstra a amplitude e o desenvolvimento da ginástica rítmica no país.
O conjunto brasileiro ginástica rítmica terá que inovar para se adaptar às novas regras e aparelhos, mas a equipe técnica e as atletas estão preparadas para esse desafio, visando manter o Brasil no topo das competições internacionais.
- Troca dos aparelhos oficiais para o ciclo 2026
- Renovação das coreografias e seleção musical
- Manutenção da identidade e competitividade do conjunto brasileiro ginástica rítmica
- Colaboração entre técnica, coreógrafa e árbitro internacional
Perguntas frequentes sobre o conjunto brasileiro ginástica rítmica
Quais aparelhos o conjunto brasileiro ginástica rítmica usará a partir de 2026?
O conjunto misto passará a usar três arcos e dois pares de maças, substituindo as três bolas e dois arcos atuais, enquanto as cinco fitas serão trocadas por cinco bolas.
Por que a música “Evidências” foi importante para o conjunto brasileiro ginástica rítmica?
“Evidências” ajudou a equipe a conquistar o posto de segunda melhor do mundo e a obter bons resultados na Copa do Mundo, trazendo uma identidade popular e emocional para as coreografias.
Como será o processo de criação das novas coreografias?
A técnica Camila Ferezin e a coreógrafa Bruna Martins, com apoio de Leonardo Palitot, buscarão músicas e movimentos alinhados às novas regras e aparelhos, começando o processo do zero para inovar e manter o alto nível.
Para acompanhar as novidades do conjunto brasileiro ginástica rítmica e outras notícias do esporte, acesse Em Foco Hoje. Para mais informações sobre regras e atualizações da ginástica rítmica internacional, consulte a International Gymnastics Federation.



