O FGoal processo São Paulo ganhou novos contornos com a recente abertura de uma ação judicial contra o clube. A empresa, que oferece serviços de alimentação e bebidas no Morumbi, protocolou a ação após a rescisão unilateral de seu contrato, que ocorreu no início do mês de março. Essa situação gerou reações diversas entre os torcedores, especialmente considerando o início promissor do São Paulo no Campeonato Brasileiro.
FGoal Processo São Paulo e a Rescisão do Contrato
A rescisão do contrato com a FGoal foi oficializada no dia 6 de março, após o clube identificar possíveis saques indevidos nas maquininhas de pagamento usadas em suas instalações. A empresa, por sua vez, argumenta que a decisão do São Paulo foi motivada por questões políticas e não por irregularidades financeiras. Em sua nova ação, a FGoal busca uma indenização de R$ 200 mil, além da reativação do contrato que originalmente tinha validade até 2029.
Documentos Anexados ao Processo
No novo processo, a FGoal incluiu uma carta de Antonio Donizete Gonçalves, conhecido como Dedé, que foi ex-diretor do clube social. Na carta, Dedé afirma que, com a autorização do departamento financeiro, ele havia permitido que a FGoal realizasse movimentações financeiras nas maquininhas. Essa declaração pode ser crucial para a defesa da empresa, que busca reverter a rescisão.
Detalhes da Ação Judicial
A ação tramita em segredo de Justiça na 3ª Vara Cível do Foro Regional do Butantã, em São Paulo. Além do pedido de indenização, a FGoal requer uma tutela de urgência para garantir o cumprimento do aviso prévio contratual de 120 dias. A empresa ainda solicita a reativação do contrato ou, caso isso não ocorra, a aplicação de uma multa diária de R$ 50 mil.
Reuniões e Autorização de Movimentações
Dedé relata que, em uma reunião realizada em julho, com a presença da diretoria financeira, liderada por Sérgio Pimenta, foi discutida a implementação da plataforma de vendas ZigPay no clube. Ele menciona que autorizou verbalmente a FGoal a assumir a operação, o que inclui a contratação de funcionários, com um custo estimado em R$ 395 mil. Segundo ele, esse valor poderia ser retirado diretamente das movimentações da plataforma.
Resultados e Auditorias
O ex-dirigente também afirma que a diretoria financeira tinha acesso à plataforma e acompanhava os relatórios financeiros. Ele destaca que os valores recebidos pela FGoal eram destinados ao pagamento de prestadores de serviço, o que poderia ser comprovado por registros. Durante o período de operação, o clube teria aumentado sua arrecadação, passando de R$ 45 mil para R$ 160 mil.
Desdobramentos e Ações do São Paulo
Em meio a essa disputa, o São Paulo iniciou uma força-tarefa para retirar os produtos e equipamentos da FGoal do Morumbi. Contudo, a Justiça decidiu que o clube deve manter as estruturas da empresa no estádio. O São Paulo também está em negociação com a empresa GSH para assumir os serviços de alimentação e bebidas, com a estreia programada para o próximo jogo contra o Palmeiras.
O clube se manifestou sobre a situação, afirmando que tomará as medidas necessárias para proteger seus direitos. A instituição esclareceu que o contrato com a FGoal não foi restabelecido e que buscará reinstituir o direito de retirar todos os materiais da empresa que ainda estão no Morumbi.
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