Flávia Ferraço é investigada como funcionária fantasma na Alerj

Flávia Ferraço, casada com o desembargador Macário Neto, é investigada pela PF por supostamente atuar como funcionária fantasma na Alerj.

A investigação sobre Flávia Ferraço, que é casada com o desembargador Macário Neto, revela indícios de que ela pode ter atuado como funcionária fantasma na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A Polícia Federal está analisando as evidências que indicam que Flávia recebia um salário sem cumprir suas obrigações no cargo.

Durante a gestão do deputado Rodrigo Bacellar, que também foi preso, Flávia ocupava um cargo na Alerj, mas passava a maior parte do tempo fora do estado, inclusive em viagens internacionais. A apuração começou após a prisão de Macário Neto, que é suspeito de vazar informações sobre uma operação contra o Comando Vermelho.

Flávia Ferraço e seu salário na Alerj

De acordo com os dados levantados pela investigação, Flávia Ferraço recebia aproximadamente R$ 8,2 mil mensais. Ao longo de sua nomeação, que durou cerca de 30 meses, ela teria recebido mais de R$ 250 mil dos cofres públicos. Essa quantia levanta questões sobre a legitimidade de sua atuação na Alerj.

Viagens durante o período de trabalho

Um dos aspectos que chamou a atenção dos investigadores foi uma viagem de Flávia ao Chile, registrada entre os dias 3 e 6 de setembro, durante dias úteis. O celular dela indicou presença em Santiago, e não havia registro de férias ou afastamento formal nesse período. Isso levanta a suspeita de que ela não estava exercendo suas funções na Alerj.

Residência em outro estado

Os investigadores também notaram que Flávia Ferraço passava considerável tempo fora do Rio de Janeiro, especialmente no Espírito Santo, onde afirmou residir. Em seu depoimento, ela confirmou que dividia seu tempo entre os dois estados, mas a frequência na Alerj foi questionada. Flávia alegou que comparecia todos os dias em que estava no Rio, mas essa declaração contrasta com as evidências coletadas.

Mensagens que levantam suspeitas

Mensagens trocadas entre Flávia e seu marido revelam uma possível contradição em suas declarações. Em uma conversa, ela mencionou não ter um emprego fixo, o que contrasta com sua nomeação na Alerj. Isso sugere que a nomeação pode ter sido influenciada por sua relação com Macário Neto e Rodrigo Bacellar.

Implicações legais da investigação

A investigação da Polícia Federal pode levar a implicações legais significativas, incluindo a possibilidade de improbidade administrativa. A análise das mensagens e dados de geolocalização pode reforçar a ideia de que Flávia Ferraço não estava cumprindo suas obrigações como servidora pública, o que poderia resultar em consequências jurídicas para ela e para os envolvidos.

Além disso, a situação de Flávia Ferraço levanta questões sobre a transparência e a ética na administração pública. A Alerj, como órgão legislativo, deve zelar pela correta utilização dos recursos públicos e pela responsabilidade de seus servidores. Para mais informações sobre a administração pública, acesse este link.

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Em Foco Hoje Redação
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