A morte de gaúcha em Florianópolis está sob investigação após a descoberta de um corpo esquartejado. A Polícia Civil está analisando possíveis conexões entre o assassinato da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas e um corpo encontrado em uma mala na praia do Santinho. A semelhança nas circunstâncias dos crimes chamou a atenção das autoridades.
Morte de gaúcha em Florianópolis
Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, foi brutalmente assassinada e seu corpo esquartejado. O crime ocorreu em Florianópolis, onde a corretora residia. A família relatou seu desaparecimento, destacando que ela não atendia às ligações e enviava mensagens com erros gramaticais, o que gerou desconfiança.
Corpo encontrado em mala
Em dezembro, um corpo masculino foi encontrado desmembrado dentro de uma mala na praia do Santinho. A vítima, ainda não identificada, tinha características que despertaram o interesse da polícia, como a forma de abandono e a proximidade do local onde Luciani foi vista pela última vez.
Semelhanças nos crimes
A Polícia Civil notou que ambos os casos apresentam semelhanças significativas. A forma como os corpos foram descartados e a execução dos crimes são pontos que estão sendo analisados. O corpo do homem encontrado na praia foi armazenado em sacos, assim como os restos mortais de Luciani, que foram encontrados em pacotes em um córrego em Major Gercino.
Investigação em andamento
O delegado Alex Bonfim, responsável pelo caso, afirmou que ainda não há evidências concretas que conectem os dois crimes. A identificação da vítima encontrada na praia é crucial para o avanço das investigações. A polícia está solicitando a colaboração da população para qualquer informação que possa auxiliar nas apurações.
Identificação do corpo
O corpo encontrado na praia é de um homem jovem, com idade estimada entre 21 e 23 anos, e altura entre 1,60 e 1,80 metros. Ele apresentava um piercing na língua e algumas tatuagens, incluindo uma flor de lótus e inscrições em suas mãos. A identificação é um passo importante para esclarecer as circunstâncias de sua morte.
Suspeitos do crime
Três pessoas foram presas como suspeitas do assassinato de Luciani. Entre elas, Ângela Maria Moro, administradora do conjunto residencial onde a corretora morava, e Matheus Vinícius Silveira Leite, seu vizinho. Letícia Jardim, namorada de Matheus, também foi detida. A polícia está investigando o envolvimento de cada um deles no crime, que é tratado como latrocínio.
Desaparecimento e descoberta do corpo
A família de Luciani começou a se preocupar quando não recebeu mais notícias dela. O desaparecimento foi registrado na segunda-feira. Dois dias depois, o corpo esquartejado foi encontrado. A confirmação de que os restos mortais pertenciam a Luciani ocorreu na sexta-feira. A polícia encontrou partes do corpo em pacotes, que foram transportados no carro da própria vítima até um córrego.
Impacto na comunidade
O caso gerou grande repercussão na comunidade local. A brutalidade dos crimes e a possibilidade de uma conexão entre eles deixaram os moradores em estado de alerta. A polícia continua a investigar, e a população é incentivada a relatar qualquer informação relevante.
A morte de gaúcha em Florianópolis é um caso que destaca a necessidade de atenção às questões de segurança na região. As investigações estão em andamento, e espera-se que a verdade sobre esses crimes seja revelada em breve.



